16.05
Single de retorno, álbum novo, trajetória na música, moda e mais! Jess Glynne é entrevistada para a Crookes Magazine.

Nessa semana a revista digital Crookes Magazine entrevistou Jess Glynne sobre sua nova era

Encontrar uma artista que constantemente está no topo dos charts ano após ano é uma raridade, Jess Glynne é uma raridade e para ser admirada.

É difícil imaginar uma playlist pop que não tenha Jess Glynne em algum lugar. A cantora britânica acabou de retornar com um novo single “I’ll Be There” mas para ser honesto, ela na verdade nunca foi embora. Todos os seus hits ao passar desses últimos anos tiveram longevidade. como se ela nunca tivesse sumido de verdade das rádios. Algumas de suas músicas são solo, outras parcerias, mas sua voz sempre parece acertar em tudo de qualquer forma.

É o apelo inabalável de Glynne que a eleva de hit-a-hit, uma mistura dinâmica de suas letras que são tecidas com otimismo e sua voz que produz uma emoção única que atrai a emoção e o caráter nela. Mas Jess Glynne não tem apenas um estilo, ela provou que pode reinventar-se apresentando faixas de RnB como “Not Letting Go” com Tinie Tempah, enquanto coloca seu coração na mesa com faixas emocionantes como “Take Me Home”.

As estatísticas que Jess carrega com o nome dela são tão impressionantes quanto sua música. No início do ano, ela colaborou com a banda eletrônica Rudimental, o cantor Dan Caplen e com o rapper Macklemore para criar “These Days”, uma música edificante que chegou ao número #1 nas paradas do Reino Unido em questão de semanas. Significativamente, este foi o sexto single número um do Reino Unido de Jess Glynne, fazendo dela a única artista feminina britânica a ter seis singles número #1 no UK.

Antes de se tornar a cantora dos palcos, Jess Glynne foi contratada em um cabeleireiro, uma boutique e um centro fitness. Foi depois de viajar ao redor do mundo com uma amiga que ela encontrou um emprego em uma empresa de gerenciamento de música, na qual ela gradualmente aprendia tudo o que precisava saber sobre o negócio – ao mesmo tempo em que aprendia que ela queria ser uma artista. Foi pouco depois disso que ela assinou com a Black Butter Records, que contratou Glynne para um acordo de publicação e a apresentou a gerentes de música e advogados. A partir daí, ela assinou um contrato com a Atlantic Records em agosto de 2013, consequentemente deixando seu emprego na época que estava em gerenciamento de marca para uma empresa de bebidas.

Talvez um dos momentos mais triunfantes de sua carreira até agora tenha sido em 2015, quando Glynne e a banda de dança Clean Bandit ganharam um Grammy de Melhor Gravação de Dança com “Rather Be“, a música que colocou Jess Glynne no mapa nacional e internacional. Antes disso, a produtora de deep house Route 94 abordou Glynne sobre reescrever e fornecer vocais para uma música dele chamada “My Love”. A música foi lançada no álbum de compilação do DJ Annie Mac “Annie Mac Presents” em outubro de 2013. Clean Bandit ouviu “My Love” e então se aproximou de Glynne para aparecer em sua música “Rather Be”.

Depois de seu sucesso no Grammy, foi no final de 2015 que ela lançou seu primeiro álbum de estúdio, “I Cry When I Laugh”, que foi gravado num período de três anos e contendo os singles Top Dez do Reino Unido, “Right Here” e “Real Love”, bem como os singles número um “Hold My Hand” e “Don’t Be So Hard on Yourself”.

Em toda a música de Jess Glynne, enquanto mergulham em um território incrivelmente emocional – sempre nos resta uma sensação de otimismo quando voltamos à superfície. Ela me explicou que isso remonta à influência do pai sobre ela quando criança. “Crescendo, meu pai foi uma influência enorme em ser positivo. Ele vivia dizendo “Você tira da vida o que você coloca”. Então, eu sinto que eu vivo por uma regra similar e eu definitivamente coloco isso na minha música. Quando algo não está indo tão bem, sempre sinto que só pode melhorar”.

Depois de ouvir seu último single, “I’ll Be There” – uma faixa inspirada pelo gospel e soulful -, comecei a compará-lo com as músicas de seu primeiro álbum. “I’ll Be There” lida com a ideia de amizade e estendendo a mão para alguém em apoio. Foi depois de pensar isso algumas vezes que eu percebi que Jess Glynne tinha ido falar sobre a necessidade de um amigo e apoio em “Hold My Hand” (2015) para agora oferecer o mesmo para outra pessoa. Eu trouxe essa comparação para ela, ao que ela respondeu “Eu acho que elas se parecem um pouco. Eu adoro ouvir música que diz algo ou me dá algo e eu sinto que quando escrevo é sempre sobre viagens pessoais ou emoções”. Com a menção de uma “jornada pessoal” – fiquei intrigado em saber onde ela estava naquela jornada comparada ao último álbum.

Se eu tivesse que resumir um tema para o próximo álbum em que estive trabalhando, seria uma jornada de auto-aceitação

Como o primeiro álbum, seu trabalho no disco durou alguns anos – “Começou em abril de 2016 nos Estados Unidos, enquanto eu estava na estrada”. Perguntei-lhe sobre como ela escreve uma música e se ela tem um papel especial ou algum processo que funciona para ela.

Muitas vezes começo com acordes; Encontrar os acordes mais emocionantes sempre me faz viajar. É muito difícil definir… como sempre é diferente, dependendo de onde estou, com quem estou, como estou me sentindo e o que quero alcançar com uma música.

A principal colaboradora – Glynne foi capaz de moldar, desenvolver e impulsionar os estilos de seus colaboradores em seu trabalho como artista participante ao lado de artistas como – Emeli Sandé, Tinie Tempah, Clean Bandit, Rudimental e Macklemore. Eu estava ansioso para perguntar se poderíamos esperar mais colaborações para o seu novo trabalho no próximo álbum. “Não ainda, mas nunca vou dizer nunca” Glynne respondeu.

Enquanto define as tendências da música popular, Jess Glynne também tem seguido e criado tendências de moda – vestindo uma gama de roupas de grife em tapetes vermelhos, geralmente com alguns óculos funky. Perguntei-lhe como a moda era importante para ela. “Moda é muito importante porque eu sinto que ela fala muito sobre você como pessoa. Eu gosto de me vestir, mas também adoro “não vestir”. Eu acho que é importante ter um bom equilíbrio e ser fiel a você no que você veste. Parece bobo, mas nunca quero me preocupar com o que as pessoas possam pensar. Enquanto estiver confortável e eu adorar, é isso que importa para mim.”

Confira o álbum completo aqui
   
Entrevista original | Traduzida e adaptada pela equipe do JGBR
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