05.08
iHeartRadio: Jess Glynne revela possível faixa sem título do seu novo álbum e muito mais!

Em sua estadia em Nova Iorque, que ocorreu há poucas semanas, Jess Glynne compareceu a rádio iHeartRadio, onde foi entrevistada e contou muito sobre sua vida e sua música. Ela foi escalada para realizar sua própria linha do tempo. Traduzimos a entrevista completa. Confira!

(0 Ano – 1989) A onde você nasceu?

Eu nasci dia 20 de Outubro de 1989 no hospital Royal Free que é no Reino Unido. Sim eu cresci em Muswell Hill… eu me mudei pra Muswell Hill quando eu cresci. Foi lá onde me tornei uma pessoa maior (hahaha).

(12 Anos – 2001) Quando você compôs pela primeira vez?

A primeira vez que escrevi uma música, foi quando me propus a transcrever toda a letra de uma música da Mariah Carey, eu acho… Foi mais ou menos “When you walk by every night, talkin’ sweet and lookin’ fine…” (Fantasy). Então eu escrevi o que ouvi, mas tinha certeza que era isso! Então eu ficava tipo: “Okay agora vou escrever essa linha, que segue aquela…” Então eu estruturei a música como se fosse a minha versão. E eu escrevi “Oh and I go down”, eu mudei as letras (hahaha).

(14 Anos – 2003) Qual foi seu primeiro trabalho?

Então eu tinha 14 anos e tive um trabalho num cabeleireiro que era pertinho da minha escola, eu era tipo uma assistente (Saturday girl – assistente que trabalha aos sábados) lavando cabelos e foi muito estranho era um salão muito pequeno. Imagina eu lavando o cabelo. (Lavava e cantava hahaha). Eu só gostava da ideia de ter um trabalho e meu próprio dinheiro, eu odiava pedir dinheiro pros meus pais.

(24 Anos – 2014) Como o lançamento de “Rather Be” afetou a sua vida?

Isso foi muito estranho pois eu tinha feito uma música chamada “My Love” e eles (Clean Bandit) escutaram e estávamos na mesma gravadora então basicamente eles escutaram minha voz e ficaram tipo: “Nós queremos essa voz.” E conversaram com a gravadora se podiam me conhecer. Então me enviaram essa música… um e-mail dizendo que eles gostariam que eu a gravasse. Fui para o estúdio, não me lembro onde era, e conheci a Grace e o Jack e me especificaram tudo: “Nós queremos fazer essa música, podemos mudar e fazer qualquer coisa que faça você sentir-se confortável. Foi assim que nos conhecemos. Não foi uma coisa tão empolgante assim mas foi bem legal. Foi como se eles tivessem me procurado pelo talento não por qualquer outra coisa como nome sabe. Então sim, foi bem legal.

(26 Anos – 2016) Qual é a celebridade que você está animada para conhecer?

Eu na verade conheci o Timbaland… eu sai com ele… Ele foi maravilhoso. Foi tipo “Ah estou tão animado em conhecer você, tenho tantos conselhos e etc..”. Eu conheci ele no “South by Southwest”. (um conjunto de festivais de cinema música e tecnologia no Texas). Ele é uma pessoa muito genuína sabe. Foi bem receptivo e amigo.

(27 Anos – 2017) Como “I’ll Be There” foi escrita?

Então “I’ll Be There” foi inspirado na minha amiga, e ela é compositora, nós nos tornamos amigas a não tanto tempo assim. Nós entramos juntas no estúdio a mais ou menos um ano e meio. Ela estava passando por um momento muito difícil um ano antes disso e ela estava se sentindo tão pra baixo. Quando eu escolhi ir pra longe (gravar o álbum numa casa no interior) juntei um grupo de pessoas, no ano passado, todos que amava como escritores e produtores, não todos, só umas 10 pessoas, passamos algumas semanas criando o álbum e ela apareceu lá no último dia e basicamente disse que precisávamos gravar algo juntas, sobre a nossa jornada, criar algo sobre isso. Eu estava em outro cômodo da casa terminando outra coisa e ela apareceu descendo as escadas trabalhando com outra pessoa, então eu fui até ela e ela disse “eu comecei a criar algo, vou tocar pra você, caso não goste fazemos outra coisa, caso goste podemos trabalhar em cima e melhorar”. Quando ela tocou a música eu ouvi “When all that tears are rolling down your face, and it feels like yours was the only heart to break, when you come back home and all the lights are out…” Eu escutei e comecei a chorar.. De repente veio o refrão “Ooh I’ll be there…” Então eu percebi e perguntei “você escreveu isso pra mim?” Ela confirmou com a cabeça enquanto chorava.

(38 Anos – 2028) Como você se vê daqui a 10 anos?

Eu acho que quero ter uma Grammy apenas em nome de Jess Glynne e talvez um Brit Awards. Quero poder dar a volta no mundo e fazer grandes shows mundo a fora. Quero ser feliz e saudável e é… eu não sei… Talvez eu tenha um filho, uma pequena Jess Glynne, um pequeno ruivinho! (hahaha).

Além da linha do tempo, Jess também realizou uma pequena entrevista e revelou com exclusividade o nome da possível faixa 14 do álbum “Always In Between” que até então está sem título.

Como foi voltar pra casa depois de tanto tempo em turnê?

Eu acho que foi difícil de me acostumar com a “vida” tipo, obviamente, no momento que você volta da estrada e você para de ter pessoas regulando sua agenda e tudo você se sente estranho, quer dizer, eu me senti estranha pois me acostumei com uma vida muito atarefada, mas claro que não demorou muito pra eu aproveitar a como descansar (hahaha) ver minha família e amigos. Eu acho que me deu uma chance de nivelar minha vida e apenas aproveitá-la por um tempo, absorvi tudo o que fiz. Creio que observei tudo o que fiz nesses 3 anos e tudo que conquistei…

Qual sua música favorita do álbum?

É muito difícil dizer pois eu amo todas. Todas tem seu estilo e representam algo diferente, mas tem uma que eu amo, não vou dizer que é a minha favorita mas significa algo pra mim pois é uma música que foi criada quando estive fora por uma semana com os meus amigos… E na noite que criamos nem era pra ser uma música, estávamos apenas curtindo.. Se chama “1, 2, 3”. Na verdade ela nem está no álbum… Mas vai sair.. Eu acabei de perceber isso hahaha… Tem uma faixa sem título no álbum e eu quero que “1, 2, 3″ esteja lá, mas vai lançar junto com o meu novo single “Thursday” como um lado-B, então vocês vão escutar o mais cedo possível.

Como foi se afastar de tudo pra criar seu álbum?

Eu creio que ir para Los Angeles foi muito bom, conheci compositores e produtores maravilhosos, mas quando voltei me senti perdida, não havia uma estrutura definida pois trabalhei com várias pessoas, então quando estava pronta lá pro ano passado, pedi por favor pra gravadora me dar uma chance de ir pra outro lugar que não fosse um estúdio, poderia ser uma casa longe de tudo e todos, sem distrações, algo orgânico que as pessoas pudessem trabalhar sem estresse e distrações e eles me permitiram isso. Foram tipo as melhores semanas da minha vida, nós solidificamos o álbum lá, escrevemos músicas maravilhosas, conheci pessoas novas que agora fazem parte da minha vida pra sempre. Tenho um material maravilhoso agora e tudo se junta e tem sentido, e no último dia quando fui embora, sai pela porta, respirei fundo e disse “É isso, está pronto” então uma amiga minha da gravadora chegou pra mim e disse “Sim, você terminou!”. Foi um dia muito emotivo, tiveram muitas lágrimas. Então eu fui embora me sentido como se tivesse me curado foi algo muito importante e sim… o segundo álbum está feito!

Como foi trabalhar com o Ed Sheeran?

Eu fui para o estúdio com o Steve Mac e eu tinha escrito umas letras no meu celular e ele tirou muita emoção de mim.. Eu escrevi Take Me Home com ele e queria voltar a trabalhar com ele pra poder meio que retomar isso pro meu novo álbum. Então, eu estava indo pro estúdio e ele disse “Ah o Ed está prestes a trabalhar em algo e ele quer vir e trabalhar com você” e eu achei isso bem legal. Eu já o conhecia antes e ele é um cara amável. É meio engraçado de como eu entro em estúdio com as pessoas, por que não importa quem elas sejam eu sou muito pessoal com minhas composições e gosto de me sentir confortável com as pessoas a minha volta. Então nós curtimos um pouco naquele dia, conversamos muito, comemos, tivemos uma conversa muito profunda, rimos… Então, foi isso, ele pegou o violão, tocamos piano. Eu tinha umas letras escritas, meio que já sabia o que falar e ele conseguiu juntar as ideias, foi um momento muito lindo e essa música pra mim é uma bela representação do álbum.

Como você está se sentindo agora?

Então pra mim é ótimo estar aqui com vocês. Conversar sobre mim sobre minha música. Ver as reação das pessoas e tudo mais, é uma sensação muito boa pra mim pois eu fiquei muito tempo distante sem lançar nada e é legal saber que as pessoas estão animadas. Saber que as pessoas conversam comigo é como se eu soubesse que fiz algo certo.

De acordo com a equipe da Warner Music, o lançamento do álbum foi adiado para o dia 19 de Outubro (antes, 21 de Setembro). Os fãs que garantiram a pré-venda pelo site oficial da Jess Glynne, receberem por e-mail sobre a troca da data. Nos resta agora, esperar pelos próximos #1s da rainha do UK!

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